quinta-feira, 4 de novembro de 2010

JORNADA DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO: PRÁTICAS DO PROJETO ALFALETRA (USF) DE 18 A 22 DE OUTUBRO DE 2010.

18/10/2010

TEMA: A VIDA DOS OUTROS: FILOSOFIA, POLÍTICA E EDUCAÇÃO INCLUSIVA

Fernando de Brito Alves





18/10/2010

TEMA: PARA UMA PSICOPEDAGOGIA ÉTICA: DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM E PROBLEMAS DE COMPORTAMENTO


Prof. Dr. Nelson Pedro Silva





19/ 10/2010

TEMA: ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO: QUESTÕES E PRÁTICAS


 Profa. Ms. Marcia Regina dos R. Santos





20/10/2010

TEMA: ALFABETIZAR COM PAULO FREIRE: A CONSTRUÇÃO DA CONSCIÊNCIA CRÍTICA

Profa. Ms. Maria Cristina Simeoni







21/10/2010

TEMA: DANÇAR COMO FATOR SOCIABILIZANTE

Prof. Esp. Elias Carlos Panichi






22/10/2010

TEMA: CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS

Profa. Esp. Cristiane Benetti de Oliveira
Profa. Esp. Viviane Benetti de Oliveira
Alunos do 3º ano A e B - Pedagogia







segunda-feira, 18 de outubro de 2010

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

JORNADA DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO: PRÁTICAS DO PROJETO ALFALETRA (USF)

De 18 a 22 de outubro de 2010

PROGRAMAÇÃO:


18/10/2010
Local: Anfiteatro do Centro de Ciências Humanas e da Educação – UENP/CJ

Tema: Para uma psicopedagogia ética: dificuldades de aprendizagem e problemas de comportamento.

Prof. Dr. Nelson Pedro-Silva (UNESP-ASSIS)

Horários: 14h00 às 16h 30
                 20h00 às 22h30
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19/10/2010
Local: Anfiteatro do Centro de Ciências Humanas e da Educação – UENP/CJ

Tema: Alfabetização e letramento: questões e práticas.

Profa. Ms. Marcia Regina dos R. Santos

Horários: 14h00 às 16h 30
                 20h00 às 22h30
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20/10/2010
Local: Anfiteatro do Centro de Ciências Humanas e da Educação – UENP/CJ

Tema: Alfabetizar com Paulo Freire: a construção da consciência crítica

Profa. Ms. Maria Cristina Simeoni (UENP-CJ)

Horários: 14h00 às 16h 30
                 20h00 às 22h30

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21/10/2010

Local: Anfiteatro do Centro de Ciências Humanas e da Educação – UENP/CJ

Tema: Dança como fator sociabilizante e educacional

Prof. Esp. Elias Carlos Panichi

Horários: 14h00 às 16h 30
                 20h00 às 22h30

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22/10/2010

Local: Anfiteatro do Centro de Ciências Humanas e da Educação – UENP/CJ

Tema: Contação de histórias

Profa. Esp. Cristiane Benetti de Oliveira

Profa. Esp. Viviane B.enetti de Oliveira

Alunos do 3º.ano A e B - Pedagogia

Horários: 14h00 às 16h 30
                 20h00 às 22h30
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COORDENAÇÃO GERAL
Profa. Ms. Roseli de Cássia Afonso
Prof. Esp. Vinicius Furlan
Prof. Fábio Antonio Gabriel
Profa. Esp. Anália Maria de Góis
Janaina Bueno – Recém-Formada

EQUIPE ORGANIZADORA
Victor Luis de Souza Schimidt
Marcela Aparecida Assolari de Souza
Evelyn Jaqueline Paulino Neves
Solange Santos de Farias
Áquila Candido Aureliano

 
CERTIFICADO DE 40 h
(atribuídos aos participantes com,
 pelo menos 75% de presença)

PÚBLICO ALVO:
Acadêmicos do Curso de Pedagogia do Centro de Ciências Humanas e da Educação - UENP-CJ
Será necessário assinar a lista de presença e pegar o crachá no inicio do período e ao final do período devolver o crachá para que possa ser conferido à lista de presença

Realização: Projeto Alfaletra 
Programa Universidade Sem Fronteiras
 




É pra comemorar!!!!!!

Assembleia aprova manutenção do Universidade Sem Fronteiras - 06/10/2010 17:18

A Assembleia Legislativa aprovou por unanimidade, em segunda discussão nesta quarta-feira (06), o projeto de lei 110/10 que torna política permanente o Programa Universidade Sem Fronteiras no Paraná. De acordo com o projeto, o programa terá que ser implantado seguindo os critérios definidos pela Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, dando prioridade aos municípios com indicadores sociais caracterizados por baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), assim como nos locais identificados como os bolsões de pobreza, existentes nas periferias das cidades. O Programa atua em mais de 280 municípios paranaenses e conta com mais de 600 projetos.

O Programa Universidade Sem Fronteiras atua em mais de 280 municípios paranaenses e conta com mais de 600 projetos.
A Assembleia Legislativa aprovou por unanimidade, em segunda discussão nesta quarta-feira (06), o projeto de lei 110/10 que torna política permanente o Programa Universidade Sem Fronteiras no Paraná. Antes da votação foi apresentado um requerimento para que a matéria fosse retirada de pauta. A iniciativa foi rejeitada pela maioria dos parlamentares presentes na sessão.
Trata-se de um projeto muito importante, amplamente debatido com a sociedade e que abre a possibilidade de um intercâmbio cultural entre a população latino-americana”, informa o líder do Governo, deputado Caíto Quintana. “Além disso, é uma forma de integrar comunidade acadêmica e população local, criando novas possibilidades e de estudo de caso da realidade”, completou.
Quintana defendeu a derrubada do requerimento e a votação da matéria, uma vez que o adiamento na votação de temas importantes para a sociedade poderia trancar a pauta. No retorno das sessões plenárias após a eleição de 3 de outubro, deputados dissidentes da base do atual Governo apresentaram requerimento para que uma mensagem governamental fosse retirada da pauta de votações. O pedido foi acatado em plenário.
“O Programa Universidade Sem Fronteiras atua em mais de 280 municípios paranaenses e conta com mais de 600 projetos”, informou Quintana. Segundo o deputado, a iniciativa foi criada em 2007 e conta com R$ 45 milhões em investimentos e 5,4 mil bolsistas envolvidos. “Por isso, merece virar política permanente e continuar sendo aplicado em governos posteriores”, defendeu.

PROJETO – De acordo com o projeto, o programa terá que ser implantado seguindo os critérios definidos pela Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, dando prioridade aos municípios com indicadores sociais caracterizados por baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), assim como nos locais identificados como os bolsões de pobreza, existentes nas periferias das cidades.

O programa, que é composto por equipes multidisciplinares, tem por objetivo o desenvolvimento de pesquisas, a capacitação e a produção tecnológica voltadas para a melhoria da qualidade de vida da população paranaense. A equipe é formada por professores-orientadores, profissionais recém-formados e estudantes de graduação das universidades e faculdades públicas do Paraná.

Para viabilizar financeiramente o Programa “Universidade Sem Fronteiras” serão disponibilizados 10% dos recursos do Fundo do Paraná e outros 10% dos recursos da Seti, previstos em legislação estadual. Caberá à secretaria a determinação das linhas de atuação do programa, mediante edital de seleção, no qual constará o número de projetos a serem aprovados, os valores de cada projeto para a concessão de bolsas e as despesas necessárias ao desenvolvimento do projeto.

Para execução dos projetos poderão ser concedidas as seguintes modalidades de bolsas de estudos: professores vinculados ao ensino superior ou pesquisadores vinculados aos Institutos de Pesquisa; recém-formados que tenham concluído sua graduação há no máximo três anos à época da seleção e para estudantes da graduação, desde que regularmente matriculados nos cursos das instituições de ensino superior do Paraná.

PROGRAMAS – Hoje o “Universidade Sem Fronteiras”, conta com oito subprogramas: incubadora dos Direitos Sociais; apoio às licenciaturas; apoio à agricultura familiar; apoio à produção agroecológica familiar; apoio à pecuária leiteria; diálogos culturais; ações de apoio à saúde e extensão tecnológica empresarial.

O Incubadora dos Direitos Sociais atua em parceria com a sociedade civil, realizando um trabalho de conscientização e de combate nas mais variadas áreas. Temas como exploração sexual infanto-juvenil, violência contra as mulheres, consumo ilícito ou abusivo das drogas, prevenção do trabalho infantil, inclusão social dos povos indígenas, são abordados pelo programa.

Os programas voltados à agricultura familiar, à produção agroecológica familiar e à pecuária leiteira, que conta com 300 profissionais recém-formados e 200 estudantes de graduação, atuam no cotidiano dos pequenos agricultores do Paraná. As ações são voltadas à geração de renda e à ocupação no meio rural através de processos sustentáveis.

Já os de apoio às licenciaturas são destinados à formação e à capacitação dos professores. E por último, o Extensão Tecnológica Empresarial, que conta com um orçamento de R$ 6 milhões, tendo por finalidade disseminar os conhecimentos na área tecnológica e contribuir para mudanças positivas na vida das pessoas.

O subprograma ações de apoio à saúde destina-se a financiar projetos de equipes multidisciplinares, a fim de fomentar projetos de extensão orientados à integralidade da atenção, à garantia de acesso aos serviços de saúde e ao desenvolvimento de ações que visem à promoção da saúde. Além de disseminar tecnologias desenvolvidas nas instituições de ensino e pesquisa que promovam a melhoria das condições higiênico-sanitárias da população.

http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=59624

Bravooooooo!!!!!

Um brinde à todos os componentes do
Programa Universidade Sem Fronteiras.....

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

VII Seminário de Iniciação Científica - Só Letras Estudos Linguísticos e literários - 13 a 17 de setembro de 2010.

Participação da oficina: A prática do projeto ALFALETRA: o trabalho com gêneros textuais




Janaina Bueno
Marcela Aparecida A. de Souza
Evelyn Jaqueline P. Neves
Solange Santos de Farias
Victor Luis de Souza  Schimidt
(Integrantes USF – UENP/CJ)
Roseli de Cássia Afonso
Anália M Dias de Góes
Vinicius Furlan
(Orientadores USF – UENP/CJ)

O projeto Alfaletra do Programa de Extensão Universitária do Brasil - “Universidade Sem Fronteiras” -  da  Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti) e tem como objetivo, aplicar atividades de reforço escolar em escolas do Ensino Fundamental dos Anos Iniciais, do município de Jacarezinho, com a participação dos acadêmicos do Centro de Ciências Humanas da Educação; propiciar condições de minimizar os problemas de alfabetização e letramento, problemas esses, encontrados nas escolas selecionadas; desenvolver atividades que contribuam para a melhoria do ensino, promovendo assim, a conscientização da importância da educação nas práticas sociais. Alfabetização e Letramento são os eixos do trabalho realizado, desenvolvido com atividades relacionadas a gêneros textuais. Apesar de serem processos distintos e diferenciados, indissociáveis e diretamente ligados entre si, alfabetização e letramento, têm sido com freqüência, mal interpretados, de modo confuso. Tem por objetivo essa oficina apresentar tais conceitos e atividades desenvolvidas através gêneros textuais.














segunda-feira, 23 de agosto de 2010


Lançamento do Livro "Muito Além do Jardim"
Lygia Pupatto

sábado, 21 de agosto de 2010

Literatura...companheira e amiga.....

"Um país se faz com homens e livros"


Monteiro Lobato





José Bento Monteiro Lobato nasceu a 18 de abril de 1882 —mas jurava de pé junto ter nascido em 1884— na cidade de Taubaté.
Filho do fazendeiro José Bento Marcondes Lobato e de dona Olímpia Augusta Monteiro Lobato, ele foi, além de inventor e maior escritor da literatura infanto-juvenil brasileira, um dos personagens mais interessantes da história recente desse país.
Cético, tinha como um de seus ditos preferidos o de "não acreditar em nada por achar tudo muito duvidoso". Porém, contrariando sua frase predileta, acreditou em muitas coisas durante sua vida e uma delas foi a indústria brasileira do livro, fundando, em 1918, a "Monteiro Lobato e Cia", a primeira editora brasileira.
Antes de Lobato todos os livros eram impressos em Portugal; com ele inicia-se o movimento editorial brasileiro.
Em 1917, Lobato publicou o contundente artigo "Paranóia ou Mistificação?'', no qual criticou uma exposição de Anita Malfatti e a influência dos "futurismos'' nas obras da artista. Para ele, cada arte, como as ciências, tem suas leis (proporção, simetria etc.), e Malfatti era excelente artista quando as cumpria, tinha um "talento vigoroso, fora do comum", porém, o escritor não gostava quando a artista se deixava seduzir pelas vanguardas européias, assumindo, segundo ele, "uma atitude estética forçada no sentido das extravagâncias de Picasso & Cia.".
Em 1926, ao comentar, no Diário da Noite, o lançamento de um livro de Oswald de Andrade, escreveu: "apareceu em São Paulo como o fruto da displicência dum rapaz rico (...): Oswaldo de Andrade''.
Em seguida a este artigo, Mário de Andrade publicou um artigo no jornal "A Manhã" no qual decretou a morte de Monteiro Lobato, porém, na década de 30, Lobato, Mário e Oswald fizeram as pazes e ele chegou a defender Mário em carta enviada a Flávio Campos na qual afirmava que "Mário, pelo seu talento no analismo criticista, tem direito a tudo, até de meter o pau em você e em mim''.
Nos anos seguintes, Lobato publicou seus primeiros livros: "Urupês", "Cidades Mortas" e "Negrinha". Segundo Marisa Lajolo, Lobato nestes livros traz o melhor de sua literatura, principalmente em "Urupês'' e "Negrinha'', nos quais, segundo ela, "comparecem os diferentes brasis que até hoje, sob diferentes formas, assombram as esquinas da nossa história. Os contos contam do trabalho do menor, do parasitismo da burocracia, da violência contra negros, imigrantes e mulheres, da empáfia dos que mandam, do crescimento desordenado das cidades, da degradação progressiva da vida interiorana; enfim, os contos contam do preço alto do surto de modernidade autofágica que desemboca na crise de 30."
Os dois livros mostram a "aguda sintonia de Lobato com um tempo que reclamava novas linguagens" e marcam a vigorosa entrada no mundo literário brasileiro de um grande escritor que, segundo ele mesmo disse, "talento não pede passagem, impõe-se ao mundo".
Logo depois ao glorioso início da carreira literária, Lobato viajou para os Estados Unidos, voltando somente em 1931. Lá enfrentou sérios problemas. Seu livro "O Presidente Negro e o Choque de Raças" —uma história que narra a vitória de um candidato negro à Presidência dos EUA— não foi muito aceito e acabou por custar-lhe grandes desgostos, mas aqui, sempre foi um ardoroso defensor daquele país, chegando a afirmar, em carta enviada a Érico Veríssimo, que considerava os "Estados Unidos como uma dessas famosas composições musicais que são impostas a todos os grandes executantes a fim de tirar a prova dos noves fora do seu valor real, a rapsódia húngara de Lizt (sic), certas fugas de Bach".
Nessa mesma carta, ao comentar o novo livro de Érico, Lobato afirmou: "Escrever bem é mijar. É deixar que o pensamento flua com o à vontade da mijada feliz."
Quando regressou ao Brasil, em 31, Lobato chegou com mais uma crença: acreditava piamente nas riquezas naturais do país e na sua capacidade de produzir petróleo.
Sofreu por isso. Foi um dos maiores defensores de uma política que entregasse à iniciativa privada a extração do petróleo em solo brasileiro. Chegou a remeter uma carta ao presidente Getúlio Vargas na qual denunciava o interesse estrangeiro em negar a existência do "ouro negro" no Brasil e acabou detido no presídio Tiradentes de onde ele enviaria a seus amigos em todo o país cópias da carta que Getúlio considerara "ofensiva".
Monteiro Lobato seria preso novamente pelo mesmo motivo em 1941. Esta luta pelo petróleo acabaria por deixá-lo pobre, doente e desgostoso.
Foi também um dos mais fervorosos adeptos do "georgismo" (jornalista e economista norte-americano Henry George que propôs o imposto único sobre o valor da terra, conforme teoria exposta em seu livro "Progress and Poverty", publicado em 1879). No ano de 1948 publicou pela editora Brasiliense um folheto intitulado "O Imposto Único", no qual Lobato sintetizava a "maravilhosa solução" proposta pelo teórico norte-americano.
Grande parte da literatura de Monteiro Lobato sempre foi direcionada aos leitores pequeninos. Produziu durante toda sua carreira literária 26 títulos destinados ao público infantil. É um dos mais importantes escritores da literatura infanto-juvenil da América Latina e também do mundo.
Sua obra completa foi , em 1946, publicada pela Editora Brasiliense. Esta edição foi preparada e reformulada pelo próprio Monteiro Lobato, o qual, inclusive, reviu diversos de seus livros infantis.
Sua genialidade foi sempre à frente de seu tempo, pois se Laura Esquivel é atualmente famosa pelo seu "Como Água para Chocolate", onde faz da culinária um arte revolucionária dentro da sua literatura, Lobato, por sua vez, e muito antes de Esquivel, tem uma passagem genial na qual inventa livros comestíveis para serem devorados pelos leitores e uma outra onde Narizinho e Pedrinho perdem-se na floresta e, para não morrerem de fome, cortam uma palmeira e comem palmito com mel. Prato moderníssimo.
Também foi um defensor do cinema, de Walt Disney e da frenética velocidade da vida e da cultura norte-americana. Segundo ele "a velocidade no transporte do pensamento" dessa cultura e seus "maravilhosos espetáculos da arte muda" são "uma lição de moral que, se fora aceita, tiraria ao Rio o seu aspecto de açougue do crime passional. O cinema americano ensina o perdão..."
Progressista inveterado, Lobato escreveu certa vez a respeito daqueles que são contrários às coisas novas a seguinte frase: "O grande erro dessa casta de homens é confundir corrupção com evolução. Condenam as formas novas de vida, que se vão determinando em conseqüência do natural progresso humano, em nome das formas revelhas. Logicamente, para eles, o homem é a corrupção do macaco; o automóvel é a corrupção do carro de boi; o telefone é a corrupção do moço de recados".
Monteiro Lobato morreu, vitimado por um derrame, às 4 horas da madrugada do dia 4 de julho de 1948, deixando um legado de personagens que ficarão para sempre impregnados nas retinas de todos aqueles que tiveram e que terão contato com as histórias do Jeca Tatu, do Saci, da Cuca, da boneca Emília, do Visconde de Sabugosa, da Narizinho, do Pedrinho, da Tia Nastácia, da Dona Benta, entre outros tantos que habitam as obras deste que foi conhecido como "O Furacão da Botocúndia".

Renato Roschel
do Banco de Dados
http://almanaque.folha.uol.com.br/monteirolobato.htm

domingo, 23 de maio de 2010

XIX SEMANA EDUCACIONAL - UENP - CCHE - CURSO DE PEDAGOGIA

7 A 11 DE JUNHO DE 2010

PARTICIPEM!!!!!!

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Reflexões.....


Fácil e difícil
Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que se expresse sua opinião...Difícil é expressar por gestos e atitudes, o que realmente queremos dizer.
Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias...Difícil é encontrar e refletir sobre os seus próprios erros.
Fácil é fazer companhia a alguém, dizer o que ela deseja ouvir...Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer a verdade quando for preciso.
Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre a mesma... Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer.
Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado...Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece.
Fácil é viver sem ter que se preocupar com o amanhã...Difícil é questionar e tentar melhorar suas atitudes impulsivas e as vezes impetuosas, a cada dia que passa.
Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar...Difícil é mentir para o nosso coração.
Fácil é ver o que queremos enxergar...Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto.
Fácil é ditar regras e, Difícil é segui-las... (*) Título original: Reverência ao destino (Carlos Drummond de Andrade)

Amigos.....


Atividades Desenvolvidas na EMEF "Prof. Arlindo Bessa Jr." - Bolsista Victor Luis de Souza Schimidt




Atividades Desenvolvidas no Programa PETI - Jacarezinho/PR - Bolsista Solange Santos de Farias





Atividades Desenvolvidas na EMEF "Prof. Arlindo Bessa Jr."- Bolsista Mayara Aparecida de Avelar





Atividades Desenvolvidas no Programa PETI - Jacarezinho/PR - Bolsista Evelyn Jaqueline Paulino Neves





Atividades Desenvolvidas com os Alunos do Programa PETI - Jacarezinho/PR - bolsista Marcela Aparecida Assolari de Souza